Ulisses Armelão
“Do campo de futebol ao bloqueio de bens: o termômetro político da região”
Miguel Pereira
Pelos lados da chamada “Gramado Carioca”, o clima anda pesado. O ex-prefeito André Português teve seus bens bloqueados pela Justiça, e a notícia caiu como uma bomba que ecoou por todo o estado. Nos bastidores, aliados tentam minimizar o impacto, enquanto adversários fazem questão de relembrar que a política, por aqui, nunca foi para amadores.
Paty do Alferes
Na terra do tomate, a semana foi agitada. Além da grande festa de rodeio promovida pela Prefeitura, o prefeito Dr. Julinho Juju anunciou a chegada de um mamógrafo, investimento importante para a saúde das mulheres. Entre festa e entrega, o prefeito segue equilibrando popularidade e gestão — fórmula que tem dado certo até aqui.
Mendes
Por enquanto, Jorge Henrique continua reinando absoluto em Mendes. O prefeito segue sem oposição visível, algo raro no cenário fluminense. Muito disso se deve à administração que entrega resultados: a inauguração do campo de futebol do Cipec, sonho antigo da cidade, reforça a imagem de uma gestão que faz — e aparece.
Engenheiro Paulo de Frontin
Na pequena Frontin, o clima é de calmaria. Depois da animada festa de aniversário da cidade, com atrações de peso, a semana amanheceu tranquila. Sem grandes embates políticos, o município respira um raro momento de paz — o que, convenhamos, em tempos eleitorais, é quase um milagre.
Paraíba do Sul
Por lá, o prefeito Júlio Canelinha vem mostrando boa capacidade administrativa. As ações começam a aparecer na prática, e a população sente avanços concretos. O único contraponto vem do vereador Júnior Cruz, que usa seu conhecimento jurídico para fazer cobranças pertinentes — algo saudável para o equilíbrio político, mesmo que cause desconforto no Executivo.
Japeri
Em Japeri, o clima esquentou. Uma denúncia encaminhada ao Tribunal de Contas movimentou o cenário político e reacendeu o embate entre a prefeita e parte da Câmara. Curiosamente, alguns dos vereadores mais “indignados” com a gestão ostentam salários bem acima da média dos cidadãos japerienses. O discurso é bonito — mas a prática, como sempre, entrega outra história.



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